Todo mundo que tem uma loja ou já foi a um estabelecimento (ou seja, 100% de quem está lendo este artigo) sabe como o processo de pagamento pode ser bem lento (ou usar vários equipamentos, como computador com gabinete, teclado e mouse para uma coisa simples).

Pela internet, os clientes conseguem fazer um checkout rapidamente, mas em um restaurante ou loja de roupa, por exemplo, é complicado se basear somente em uma máquina de cartão (terminal de pagamento). Assim como o site tem uma base de dados com os produtos, os lojistas usam computadores para gerenciar os pedidos e fechar a conta.

Com o terminal inteligente da Poynt, o processo é unificado. A ideia é substituir os terminais convencionais de pagamento por algo mais funcional, livrando o lojista de precisar de muita coisa para fazer algo que essencialmente é simples. O terminal inteligente também ajuda a cadastrar vendas, produtos, fazer a gestão de caixa e auxiliar no pagamento.

O vídeo abaixo demonstra o funcionamento do terminal inteligente:

Além de simplificar o processo de checkout e te ajudar na hora de passar os produtos, o Poynt também tem um software externo, batizado de Poynt HQ, para acompanhar suas transações e gerar relatórios para otimizar seu negócio. O final do vídeo mostra com mais detalhes essa ferramenta, que também está disponível para celular. Como eles mesmos definem, funciona como um “controle remoto para o seu negócio”.

Parece algo distante que a gente só vê quando viaja para fora do Brasil, mas não é o caso. Mais de 1.200 estabelecimentos na cidade de São Paulo já possuem um Poynt. Ele suporta várias tecnologias atuais de pagamento, como Apple Pay, Samsung Pay ou Android Pay, cartões com chip ou tarja magnética, Bluetooth, QR Code e beacons. Há também a promessa de se adaptar a futuras tecnologias, por isso o CEO da empresa define o Poynt como um terminal “a prova de futuro”.

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Como aponta o Computer World, a Poynt já fez parceria exclusiva com a Rede, do Itaú, para distribuir o equipamento para estabelecimentos brasileiros ― isso há dois anos! Hoje em dia, a empresa já incorporou a plataforma e lançou a Smart Rede, que basicamente é adaptação da Poynt para funcionar no Brasil.

Outra plataforma bem presente aqui no Brasil é o LIO, da Cielo. Ele funciona de forma bem semelhante à Smart Rede, mas, em vez de duas telas coloridas, o Lio tem apenas uma, para o lojista. Para o cliente, há uma tela em preto e branco só para mostrar o valor e pedir a senha. Ainda assim, o Lio disponibiliza uma calculadora integrada e relatórios de venda.

No site da Cielo tem as bandeiras listadas, que são tantas que eles anunciam como “aceita um monte de cartões”. A Smart Rede também: são aceitas 16 bandeiras de cartões de crédito e várias outras para débito e voucher, além de emitir comprovantes de venda por e-mail (fora o impresso), tem diversas conexões e até loja de aplicativos. Pera, loja de aplicativos?

Sim, loja de aplicativos!

Você não ouviu errado. Esses terminais de pagamentos também têm loja de aplicativos. Segundo o site da Rede, eles auxiliam “na gestão e controle de vendas do seu negócio, além de permitir uma melhor experiência e relacionamento com o seu cliente”. Parece interessante: um app listado no site promete “acompanhamento das vendas, controle de estoque e emissão dos documentos fiscais conforme exigidos pela legislação”. Outro, do Itaú Empresas, permite que você consulte o saldo e faça pagamentos diretamente da maquininha.

Como é um meio com alto investimento no Brasil e que aposta nas tecnologias atuais e futuras, pode ser uma ótima ideia lançar um aplicativo para esta plataforma. Mas não pense que é fácil: a Rede diz que todos os aplicativos “passam por um rigoroso processo de certificação entre Rede e Poynt, garantindo a qualidade das soluções oferecidas”.

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A LIO, da Cielo, também tem uma loja de aplicativos integradas. E ambos os terminais rodam Android; a LIO, uma versão customizada mas com a interface do Android mais na cara, pela barra de navegação e a interface dos aplicativos. O sistema da Smart Rede, por outro lado, nem parece com o que roda no celular que está no seu bolso.

As diretrizes para ambas as lojas são bem rigorosas. A Poynt, que integra a Smart Rede, por exemplo, separa cartões de crédito, informações de consumidores e credenciais do processamento dentro do aplicativo – há vários tokens e APIs para deixar essas informações sensíveis mais seguras.Também há algumas questões de usabilidade (não usar um launcher customizado e tamanho de áreas de toque) ou que parecem óbvias, como não armazenar ou enviar para você mesmo dados de pagamento.

Veja mais informações sobre a Poynt ou Smart Rede aqui, e sobre a Lio aqui. Saiba que nem sempre é fácil aprovar um aplicativo: pelo menos a Poynt e a Smart Rede aplicam fortemente suas diretrizes.

Quando o aplicativo é aprovado, seja na Cielo Store ou na loja de apps da Smart Rede, os lojistas pagam pelo aplicativo para usar no dia a dia. Há bem poucos apps listados no site da Smart Rede (veja aqui), então ainda há espaço para marcar presença. Como envolve pagamentos e gestão de caixa, lembre-se de tomar muito cuidado para todos os protocolos de segurança envolvidos, assim como seguir todos os guidelines indicados pela Cielo e pela Rede. É ai que a One Day Testing pode te ajudar com isso.

Antes de enviar o aplicativo para a homologação, vale a pena testar o seu produto com a One Day Testing. No caso destes apps para as maquininhas, podemos ajudá-lo a validar as guidelines e aplicar outros tipos de teste para que seu aplicativo encante os seus usuários, inclusive usando a maquininha real e evitando os emuladores. Ao passar por este pente fino, a chance de você ser aprovado aumenta em pelo menos uma ordem de grandeza e o seu aplicativo pode se tornar parceiro desta iniciativa. Bacana, não?

Garanta que o seu aplicativo passe por todos os testes necessários. Entre em contato comigo pelo e-mail bruno.abreu@sofist.com.br ou ligue (19) 3291-5321. Se precisar, é só chamar!